Capital de Giro: qual a sua importância?

Importância do Capital de Giro

 Por Andreia Silveira, colaboradora do blog www.emprestimo.org

Uma empresa tem como um dos seus investimentos mais importantes o capital de giro. É bastante comum que os empresários coloquem uma estimativa para a compra de materiais de escritório como máquinas, salas, móveis, matéria prima, mas eles acabam esquecendo de colocar nas suas planilhas o investimento de que precisam para pagar essas compras e também em relação a aquisição de novos insumo, no caso destes serem consumidos. Com isso as empresas começam a ficar com uma dívida alta e podem até quebrar antes mesmo de alcançar o seu período de maturação.

Com o capital de giro, que é o montante de recursos de que precisam, as empresas conseguem desempenham melhor as suas atividades do dia a dia.

 

Mas quanto de capital de giro uma empresa precisa?

A quantidade de capital de giro exigida vai depender de muitos fatores, como o tamanho da empresa, a sazonalidade desse negócio, o setor em que ela atua, entre outros. Podemos definir, contabilmente, que o capital de giro tenha diferença passivo circulante e ativo circulante. Isso quer dizer que é a diferença entre suas dívidas em um curto prazo e as receitas de curto prazo, ou seja, pagamento a fornecedores, impostos, salários a serem pagos e dinheiro em caixa, recebimento de vendas a prazo e aplicações financeiras de curto prazo.

Então, o capital de giro é uma parcela de recursos que a empresa terá de longo prazo, endividamento, capital de sócios, que fazem o financiamento de curto prazo da empresa. Um administrador financeiro que pode ser tanto o dono da empresa como outra pessoa que foi designada especificamente para essa função ou mesmo uma consultoria especializada, vai passar uma parte importante de seu tempo para fazer a análise e o gerenciamento do capital de giro da empresa, por meio do gerenciamento de contas a receber e a pagar, administração de déficits de caixa e financiamento de estoques.

Por meio de acompanhamento de fluxo de caixa, essa pessoa quem vai tomar decisões importantes e também identificar o melhor momento para fazer a compra e os prazos que podem ser dados para a venda que será tomada, procurando evitar que exista um desencaixe de recebimentos da empresa, assim como também pagamentos.

Especialistas informam que muitos empresários acabam gastando o que possuem para investir na sua empresa e então acabam por buscar empréstimo para capital de giro, pois os financiamentos para capital de giro dão suporte ao microempresário. Porém o mais recomendado é que façam o oposto. Isso porque o empréstimo disponibilizado para investimento são menos burocráticos e com taxas menores, mas se precisarem buscar dinheiro para cobrir as despesas, o melhor é negociar com o banco onde já possui conta aberta.

 

Problemas relacionados com o capital de giro

São muitas as causas em relação aos problemas relacionados ao capital de giro, entre eles podemos destacar a queda nas vendas, aumento nas despesas operacionais e financeiras e aumento com a inadimplência. Porém, as soluções para que se resolva esses problemas são inúmeras, como manter uma reserva financeira, desenvolver um planejamento estratégico, ter  um controle maior da inadimplência, fazer a redução do ciclo econômico da empresa, procurar uma melhor forma de endividamento, combinar prazo alongado com taxas reduzidas e fazer uma redução de custos.

É importante saber que as dificuldades do capital de giro em uma empresa é, principalmente, devido à ocorrência de crescimento da inadimplência, redução de vendas, aumento das despesas financeiras e quaisquer combinações desses fatores. Frequentemente, os problemas de capital de giro surgem como uma consequência da redução de vendas e então, o administrador financeiro acaba batendo de frente com o impasse de manter o capital de giro sob controle, mesmo diante desse quadro de redução de vendas, e o que deve fazer para não acabar com uma crise de capital de giro.

Considerando essas situações, que são as mais possíveis, as soluções mais cabíveis são de se fazer uma reserva financeira para enfrentar as mudanças que podem ocorrem inesperadamente dentro do quadro financeiro da empresa. Sem contar no curto ciclo econômico, que significa trabalhar com um cronograma curto para executar serviços, controlar a inadimplência dando mais atenção à qualidade das vendas e não apenas ao volume delas.

A empresa pode alongar o perfil de endividamento, negociando um prazo maior para realizar a quitação dessas dívidas, de forma a melhorar o seu capital de giro. Essa é uma melhora provisória, mas que ajuda muito até a empresa consegue se reestabelecer novamente no mercado, se ajustando financeiramente. Um grande desafio que as empresas com problemas no capital de giro acabam enfrentando é reduzir os custos, de forma a identificar quais os itens de gastos que podem ou não ser cortados sem que cause grandes prejuízos para suas atividades.

Diariamente as empresas estão buscando soluções inovadoras e cabíveis para melhorar sua gestão do capital de giro, pois é por meio desse aperfeiçoamento diário que elas vão poder aumentar seus lucros de negócio. Isso acontece principalmente com as empresas que estão sempre precisando de recursos bancários para conseguir equilibrar o caixa.

Quando uma empresa não consegue se manter dentro do nível satisfatório de caixa, honrando com seus compromissos devido a um desequilíbrio de capital de giro, ela provavelmente será forçada a sair do mercado. Principalmente no caso dela perder todos seus créditos em relação aos seus fornecedores e com os bancos.

Este artigo foi escrito por “Andreia Silveira” colaboradora do blog www.emprestimo.org. Acesse o Site emprestimo.org.

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Author: Marcelo Pessôa

Empreendedor, empresário e investidor atuante no mercado imobiliário. Escritor do Ebook "Como Montar sua Fábrica de Chinelos". Webmarketer, desenvolve a criação de sites e lojas virtuais, entre eles, destaca o "ideiasfinanceiras.com". Uma frase: "Meu negócio é fazer negócios" - Marcelo Pessôa

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